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NA ESTANTE

RESENHA: A última carta de amor, de Jojo Moyes

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A última carta de amor da talentosa escritora Jojo Moyes é o tipo de história que fará você torcer, suspirar, xingar, amar e chorar. Sim, sou romântica, apaixonada, sonhadora e este tipo de história deixa meu coração feliz!

A narrativa traz duas personagens femininas e de personalidades fortes que residem em Londres e que no decorrer da história vão aprendendo a lidar com as situações impostas pela vida, pelos desencontros e ironias do destino.

O livro começa narrando a rotina de Ellie, jornalista do Nation, jornal de circulação nacional na Inglaterra e que há um ano passa por aflições amorosas com o seu amante casado, tendo que lidar com a culpa que sente por agir dessa forma, com o julgamento das suas melhores amigas e a maneira como isso está refletindo em seu trabalho. Um dia, sua chefe na redação pede que ela procure matérias antigas no arquivo do Nation e escreva uma matéria sobre os costumes na década de 60. Na busca por tais documentos ela encontra algumas cartas de amor que despertam seu interesse e que a faz repensar em seu relacionamento com o homem casado.

A partir daí a narrativa volta ao passado, em meados dos anos 60, para contar a história de Jennifer, uma mulher casada, da alta sociedade, infeliz no casamento e que conhece o seu verdadeiro amor, mas que por um infortúnio do destino, sofre um acidente e perde a memória, tendo apenas as cartas escritas por seu amante, algo que traz esperança de um dia saber quem ela realmente foi e o que se passou em sua vida. As cartas que ela encontra escondidas em sua casa despertam sentimentos que desde o acidente estavam esquecidos, e mesmo ainda não se lembrando do que aconteceu sente que falta algo em sua vida e que precisa descobrir o que é.

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A história toma rumos inesperados e você não adivinha o que está por vir. A cada capítulo uma surpresa que nos faz virar as páginas fervorosamente para descobrir logo o que vai acontecer. Comprei este livro após ler a resenha da Juliana Cirqueira no blog Nuvem Literária S2 e não poderia ter feito escolha melhor. Para quem gosta de romances esse livro é um prato cheio e com certeza daria um belo filme. Fazia um bom tempo em que não lia uma história de amor capaz de despertar tantas emoções.

  • Título original: The Last Letter From Your Lover
  • Editora: Intrínseca
  • Número de páginas: 384
  • Ano: 2012
  • Gênero: Romance Inglês
  • Rating: estrelas

 

BEM-VINDOS AO LEITURA NA REDE

Desde a primeira história que eu li quando era bem pequenininha “Tio Patinhas e o Rei da Limonada”, narrativas de todos os tipos e gêneros começaram a fazer parte da minha própria história. Por qualquer situação que passasse em determinado momento da minha vida, fossem situações de alegrias ou às vezes de tristezas, os livros sempre estiveram comigo. Deixar a imaginação voar e me levar para lugares que fisicamente eu não poderia estar sempre foi uma sensação maravilhosa. Conhecer e amar os mais diversos tipos de personagens me fez saber identificar minha própria personalidade e conseguir entender os atos de outras pessoas. E assim eu fui crescendo e de Balão ao Deserto do Saara, A ilha Perdida, Sozinha no Mundo, Descanse em Paz meu Amor, A Droga da Obediência, Sete Desafios Para Ser Rei e Harry Potter, entre tantos outros, me ajudaram a superar, encarar e ter esperanças num mundo que muitas vezes consegue ser bem injusto. Ler me faz feliz e me faz ser uma pessoa melhor a cada história.

Espero que este blog possa ser um lugar onde possamos conversar sobre essas e outras paixões. Coisas que nos tragam alegria, que nos lembrem de bons momentos, que nos façam refletir e que possam fazer do nosso dia-a-dia cada vez mais corrido um pouco mais divertido.

E como amo seriados, não poderia deixar de citar o discurso de Rory Gilmore no dia de sua formatura no colégio, onde ela diz:

Vivo em dois mundos. Um deles é o mundo dos livros. Já vivi no Condado Yoknapatawpha de Faulkner, cacei uma baleia branca a bordo do Pequod, lutei ao lado de Napoleão, naveguei em uma jangada com Huck e Jim, cometi absurdos com Ignatius J. Reilly, peguei carona em um triste trem com Anna Karenina e percorri o Caminho do Cisne. É um mundo gratificante, mas meu segundo é de longe superior. Meu segundo mundo é habitado por personagens ligeiramente menos excêntricos, mas extremamente reais, de carne e osso, cheios de amor, que são minha inspiração final para tudo.

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